segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

[PIFC 3 x 2 Barcelona] Parque (Bom Início na Pré-temporada) Igara

[Autor do texto: Norbert Treis]

Início de pré-temporada para o Parque Igara F.C. com dois jogos-treino programados. Ontem foi o primeiro deles contra a sempre forte e bem montada equipe do Barcelona de Canoas. O time do PIFC veio com um grande número de atletas, todos querendo mostrar serviço para a comissão técnica, a fim de ganhar seu espaço no time principal. Após a tradicional preleção contando com a presença do nosso Presidente Egidio, que ainda está afastado dos gramados pelo departamento médico, o time escalado pelo treinador Alfredo veio a campo com:

Edo, Pedrinho, Sarate, Sorondo e Jorge; D’Alexandre Ipatinga (e agora, Dátolo), Marcelinho, Rodrigo Dall’Agnol e Mantega; Fernandinho e João (Biro-Biro) Grando.

O jogo teve um começo bom para o PIFC que iniciou dominando os espaços no meio de campo com um bom toque de bola. Sem ser muito objetivo o time conseguia chegar facilmente ao ataque, mas sem levar perigo ao gol adversário. A defesa por vezes se apresentava um pouco desentrosada, mas sem sofrer nenhum perigo eminente ao gol do Edo. Após um ataque sem grandes pretensões a bola foi cruzada na área e o goleiro Edo não conseguiu segurar com firmeza sobrando na cabeça do atacante do Barcelona para fazer 1 a 0 e abrir o placar. A partir de o gol tomado o PIFC partiu para cima do Barcelona e conseguindo boas jogadas, que apesar de duas boas pifadas de Rodrigo (D’Alessandro, conforme o juiz) Dall’Agnol deu para o artilheiro de 2011, João (cabelo de mel) Grando, não conseguiu mostrar a mesma precisão nas conclusões do ano anterior mantendo o placar intocado. Percebendo a necessidade de uma atitude, Mantega após uma boa troca de passes com Lucas (The King) Biasuz, Rodrigo (Carente de elogios) Dall’Agnol e Marcelinho (Abstinência sexual) pelo meio de campo, acertou uma pancada do meio da rua que o goleiro adversário nem viu, assim deixando tudo igual no placar e levando o empate para o intervalo.

O time do segundo tempo voltou bastante modificado com: Edo, Caduna, Sarate, Toninho e Jorge; Lucas (Rei) Biasuz, Marcelinho, Bruno e Philippi; Diego e Henrique. A intenção era dar um pouco mais de velocidade no jogo aproveitando a cansaço do time adversário, mas o segundo tempo começou equilibrado sem grandes chances para os dois lados, até que numa falta na intermediária do PIFC, o jogador Jorge (Machão) Ismael levou o cartão vermelho por reclamação, o Barcelona levantou a bola na área e se aproveitando da indecisão da zaga Igarense o atacante entrou sozinho para marcar um bonito gol de cabeça e voltar a ficar na frente do placar. Daí por diante só deu PIFC e apareceu a nova contratação do PIFC para a temporada de 2012, Philippi (TI) Pereira, que entrou no intervalo do jogo no lugar de Dall’Agnol e vestiu a clássica camiseta número 11 do já eternizado Cau. Philippi ajudou o PIFC a sair com mais velocidade ao ataque, até que num lance seu individual arriscou de longe e o goleiro adversário bateu-roupa e o sempre oportunista, Diego (Whiskão) Fernandes, só completou para as redes mais uma vez empatando o jogo. Novamente em uma jogada iniciada no meio campo com Lucas (Miss Simpatia 2009/2010/2011) Biasuz numa bela saída de bola driblando o jogador adversário e fazendo um passe limpo para, de novo, Philippi usou toda a sua visão de jogo e encontrou Diego (Cachaça) Fernandes sozinho no ataque que demonstrou toda a explosão muscular necessária para dar três passos e chutar de bico/três dedos no canto do goleiro, assim colocando pela primeira vez na partida o PIFC na frente no placar. Após o gol o time do PIFC passou a jogar mais tranqüilo, sem sofrer grandes perigos a não ser por um chute de longa distância do meio-campista adversário que foi na trave, mas Edo estava acompanhando o chute de perto e poderia ter sido uma grande defesa.

Assim foi o primeiro jogo-treino do ano do Parque Igara F.C. que demonstrou fragilidade da marcação, assim sendo um grande ponto a se trabalhar ao longo do ano, mas em compensação demonstrou uma força de vontade, determinação táctica e união para conseguir o resultado positivo e começar o ano com o pé direito. Importante sempre ressaltar que nesse primeiro jogo o comprometimento táctico de todos foi importante, mesmo errando todos buscaram na medida do possível fazer o que era pedido pela comissão técnica, assim buscando o padrão táctico esperado para o ano de 2012.

Agora que venha o Remendão, um grande clássico, já tradicional entre amigos que ninguém quer perder jamais e de grande equilíbrio e prova disso foi o empate no ultimo confronto em 1 a 1.
 
(Texto de Norber Treis)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

[PIFC 4 x 3 Roma] Dança da Manivela, do Asa de Águia

Ou o melô do Pirulito (homenagem ao Rei), do grupo Cafuné; ou algum rock do Pixies; ou o concerto para violoncelo de Dvorak.

Ou alguma do Justin Bieber.
Enfim, é o que pediria de música pelos três gols marcados (humildemente deixo esta brincadeira).

Música, aliás, foi o que time fez no último gol, o da vitória: a bola foi orquestrada inicialmente por Luciano, que fez fila e lançou Ismael na esquerda; dali, o ala cruzou com perfeição para Fernandinho cabecear de olhos abertos, como Pelé ensinou na final da copa de 70, e deixar João na cara do gol, que tocou uma nota de R$ 100 (ou falou “olha ali o Steve Jobs E a Amy Winehouse juntos, ELES NÃO MORRERAM!) para o zagueiro e o goleiro que foram p/ um lado, a bola p/ outro e depois p/ o gol (da vitória, da dedicação, da volta do orgulho, do Parque Igara).

Mas nem tudo foi música. Ou se foi, foi uma ópera, com algumas partes dramáticas. Depois de dez ou quinze minutos iniciais em que pressionamos os adversário (a meia-lua/ drible da vaca do Pedra deu um enfarte no beque deles), o primeiro gol saiu de uma tabela assessorada pelo goleiro adversário: João passou para Bruno, Bruno chutou de canhota e no rebote João concluiu no canto. Logo após isso o time decaiu, perdeu a posse de bola, começou a cometer erros em todas as partes do campo. A conseqüência não podia ser mais clara, e o time adversário, apesar de algumas defesas miraculosas de Bruno, virou o placar. No segundo tempo, perdíamos por 3 a 1 quando a música virou novamente para o nosso lado: após boa troca de passes entre o meio campo, Toni lançou João, que esperou a bola quase parar e mandou de fora da área sem chances para (aquele) goleiro (ele, aliás, era dado a defesas difíceis – só de mim tirou um cabeceio e um chute no canto - e erros fáceis – quase levou um peruzaço clássico no primeiro tempo).

Após cruzamento de Caduna, o zagueiro adversário, sozinho, pôs a mão na bola, e, dentro da área É PÊNALTE: Lucas cobrou com realeza e empatou o placar.

Um informante da nossa assessoria de imprensa pediu para destacar uma certa dominada que vira, de um certo camisa 14, um tal de Norbert. Este informante, que coincidentemente também se chama Nobert, disse que foi a dominada mais espetacular já vista na história do futebol, falou-se em 70 metros, que da queda livre (e com efeito) a bola morreu grudada no pé. Testemunhas disseram que a altura era relativamente menor, mas não contrariaram o restante de descrição.

15/10/2011 - Scotta, 14h
Quórum: 17 atletas (65%)
 
Gols: João (3), Lucas
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Resultados de agosto

Como se diz por aí, agosto é o mês do desgosto. Claro que desgosto nós nunca temos, pois sempre nos divertimos entre amigos.
Mas os resultados não foram bons:

PIFC 3 x 3 Pupilos
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gols: João, Rodrigo (2)
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Nossa camisa 10, artilheiro histórico, que por uma macumba muito forte não marcara ainda este ano, fez dois golaços decisivos no nosso empate com gosto de vitória que antes teve gosto de derrota.
Numa bela jogada, Luciano cavou o pênalti. Biazus, sempre preciso nas cobranças, desta vez exagerou na tentativa de mandar no canto (o goleiro não sairia nem na foto) e acabou achando a trave.
Numa magistral jogada, Marcelinho driblou dois adversários e tocou por cima do goleiro para o meio da área, João completou para o gol abrindo o placar.
Dominamos o primeiro tempo, Rodrigo recebeu um lançamento longo de João e marcou, mas o juiz marcou erroneamente impedimento. João recebeu um lançamento longo de Antônio e fez algo inexplicável que até hoje não se entendeu. E tivemos ainda outros oportunidades.
A impressão que deu é que o Parque foi embora no intervalo: na primeira etapa da partida dominamos, criamos muitas oportunidades, e, embora tenham mantida até boa posse de bola, os Pupilos praticametne não chegaram, aliás, não chegaram, exceto nos últimos minutos do primeiro tempo, quando na única oportunidade fizeram seu primeiro gol. Já no segundo, cedemos o empate e a virada dos gravataienses, mas no final a mítica 10 garantiu o empate.

PIFC 2 x 4 São José
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gols: Antônio, João
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Muito barro, campo horrível. Golaço de fora da área do Antônio (nem o Edo pegava aquele pombo sem asa). Depois João aumentou a vantagem após pegar o rebote de uma outra bomba, agora do Rodrigo. No segundo tempo, passamos para a parte boa do gramado e, quando parecia que seria só confirmar a vitória, demos um azarão e tivemos vários jogadores machucados, até o goleiro Edo (após pegar muito bem um pênalti) e não pudemos manter o placar.

PIFC 4 x 7 SERB
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gols: João (2), Henrique, Marcelo
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Como disse o Pedro, depois dos 3 a 0 foi empate. Na bela Santo Antônio da Patrulha, em 10 minutos levamos 3 gols e só depois acordamos para o jogo.
Num bom contra-ataque, João lançou Alexandre, que fez boa jogada com Henrique e Marcelo, que devolveu p/ João na entrada da área que chutou de fora dela firme e alto sem chances para o goleiro, abrindo o placar.
Já no início do segundo tempo, João recebeu no meio campo e partiu em arrancada, passou por um adversário, o segundo fez falta tentando derrubá-lo, não conseguiu, levou a marcação para a esquerda, cortou o terceiro num drible seco e lançou por cima da defesa deixando Henrique livre para fazer o que sabe: o homem-gol cabeceou com sua categoria matadora e fez nosso segundo gol.
O terceiro veio de uma boa triangulação entre Rodrigo e Marcelo, que deixou para João que, depois de dividir com a zaga, diminui a vantagem adversária. Minutos depois, numa jogada parecida, Marcelo pegaria o rebote e colocaria com consciência para dentro do gol.
O gramado muito bom (que só ficou um pouco pesado devido à chuva intensa da semana) permitiu que desenvolvêssemos nosso bom futebol. Após os terríveis 10 minutos iniciais, fizemos bom jogo e contra um excelente adversário. Dênis atuou muito bem na zaga, os laterais Ismael e Pedro apoiaram bem o ataque, o meio campo reteve bem a bola e o ataque incomodou bastante - o time como um todo foi bem, inda mais contra um excelente adversário. Cabe registrar o lance entre Didi e Dedé, em que sofremos um pênalti do nosso próprio jogador (aliás, o Egídio deve ter gritado “É PENALTE”), mas nada que ofuscasse suas boas atuações.

terça-feira, 26 de julho de 2011

[PIFC 4 x 1 Sete de Setembro, Painera] Artilharia apostólica

4 a 4, 4 a 3 e 4 a 2; semana passada o equinócio de primavera (23 de Setembro), agora o Dia da Independência (7 de Setembro); pararemos num 4 a 1 contra um time chamado 21 de Agosto?
A metáfora é clara: estamos em evolução: reencontrando a qualidade intrínseca em nossos atletas e a nossa força como união, união de amigos, que supera a de apenas time.
Mais do que a garra de sempre, agora estamos pensando mais, caprichando mais nos lances, nas jogadas. Em suma, estamos jogando mais.

Enfrentando o lamaçal do Paineral (Paineira + Pantanal – boa essa, hein? Cunhada por mim e pelo Rei Lucas), afirmamos nossa invencibilidade que ultrapassa os 40 dias com gols dos apóstolos Lucas, Matheus e João. Mas os tentos não surgiram por vontade divida em agradecimento ao trabalho epistolar nos livros sagrados. Adveio sim do equilíbrio no time – a vitória foi uma extensão do nosso bem jogar.

Dominamos o primeiro tempo, mas mesmo assim a ótima equipe adversária saiu na frente.
Não muito depois, Rodrigo achou Marcelo, que, dando um passe muito parecido ao que recebera, achou João, que achou o gol. O meio campo com Toni, Rodrigo e Marcelo seguiu trocando bem passes. Num destes lances, Marcelo recebeu na entrada da área e mais uma vez tocou para João, que dominou para dentro já tirando o zagueiro e chutou rasteiro no canto, virando o placar.

No segundo tempo, apesar da pressão adversária neutralizada por bolas à rua, pelo miraculoso Edo e por alguma boa quantia de sorte, não tomamos gol. E de quebra fizemos mais: Mantheus explodiu em emoção particular ao mandar para as redes a bola que recebera de seu primo Rodrigo.

No início da partida conversávamos sobre rúgbi e futebol americano. O zagueiro (quarter back?) adversário ouviu e se deve ter se emocionado, pois derrubou Lucas na área como se tivesse de ganhar jardas. O bom juiz apitou com firmeza. Então Lucas mostrou para Elano e cia. como não deixar o goleiro aparecer na foto mesmo num gramado ruim.
Para não dizer que tudo são flores, só precisamos aprender a jogar em vantagem. Nestes dois últimos jogos estivemos na frente, mas passamos por muita pressão. Devemos segurar mais a posse de bola, especialmente do meio para frente (o desconto fica por parte do campo, que nestas duas ocasiões dificultava a troca de passes). Mas certamente é um problema bem melhor do que tentar não ser goleado.

Gols: João (2), Matheus, Lucas
Quórum: 15 (58%)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

[PIFC 4 x 3 23 de Setembro] Um mês de invencibilidade

O Parque é como o Ayrton Senna: é o melhor, mas na chuva a diferença se acentua.
Mais uma vitória, fechando um mês glorioso de invencibilidade. Matamos o jogo por duas vezes (3 a 1 e 4 a 2) e poderíamos ter matado ainda mais, tanto que o final foi apertado.

No primeiro tempo, apesar do lamaçal do campo do Benfica, tiramos da cartola algumas excelentes jogadas e poderíamos tranquilamente ter goleado.
João estava tentando conduzir a bola como de praxe, mas o campo pesado dificultava. Estava sempre dando errado, mas pelo menos catou um escanteio. E escanteio para o Toni não é bola na área, é oportunidade de passe. E foi isso que ele fez: deu uma assistência na cabeça do soberano Lucas Biazus, que preferiu usar o olho e a orelha para voltar para o hall onde sempre esteve presente dos artilheiros do time: 1 a 0.
Poucos depois os adversários empataram. O Parque continuava atacando em bloco, e numa cobrança de falta o goleiro adversário rebateu a bomba de Rodrigo e Marcelo guardou mais um: 2 a 1.

Já na metade final, Diego (que deve ter habitado os pesadelos dos adversários de tanto que os incomodou) fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para João que só precisou pular e encostar a bola para o gol: 3 x 1.
O jogo parecia estar acabado, mas a equipe 23 de Setembro encostou novamente: 3 a 2.
Aí que num lance que sintetizou todas as boas qualidades que uma camisa 10 deve vestir, Rodrigo driblou, dividiu, conduziu e deu um passe milimétrico para João que teve calma e categoria para se livrar do zagueiro lavador de jogador cortando para dentro e chutando no canto do goleiro: 4 a 2.
Pela segunda vez o jogo parecia estar morto. E era exatamente o que passava no consciente coletivo da nossa equipe: o lado bom disso foi que passamos a valorizar a posse de bola; o ruim, que deixamos de matar a partida que já parecia morta. E ninguém avisou ao o time do 23 de Setembro que havia acabado o jogo e os caras fizeram mais um.
A partir daí tivemos mais uma oportunidade de mostrar nossa categoria num grande diferencial da várzea: dar dedo para frente. E foram vários. Como se não bastasse, Edo fez alguns milagres de praxe, Egídio pediu o fim do jogo aos 28 minutos, Rato nos deu algumas emoções extras e o Norbert quase teve um AVC e quase fez o time perder os tímpanos (guerreiro medieval!). Tudo colaborou para seguramos os perigos finais e consagrarmos a merecida vitória.

O “plus a mais” é a análise feita pelo Rodrigo (o Xândi fez uma impagável esses dias também no jogo contra o Arsenal).
Ei-la:

Edo Muslera, sempre firme, transmitindo segurança para o restante do time.
Caduna Alves, apoiou muito bem durante varias situações no jogo e acabou prejudicado pela atitude anti-desportiva do adversário.
Fernandinho Sorín, participou bastante do primeiro tempo com ótimos lançamentos ao João e ao Diego, acabou prejudicado também por aquele lado que tava virado em lama, consequentemente cansando mais que os outros.
Egidio Beckenbauer, deu um pique memorável na lateral esquerda para cobrir o Fernandinho, ganhou do cara na corrida, acho que naquele pique tinha no mínimo uns 35 anos de diferença.
Norbert Lugano, sempre seguro na zaga, ganhou praticamente todas as disputas e jogou sério.
BiaLúcio, devido a pouca quantidade de atletas teve que voltar a sua posição de origem e teve uma atuação excelente, além de marcar um gol de cabeça (de nariz e olho).
Toninho Pirlo, soberano, como sempre com muita raça e qualidade, no primeiro tempo participou bastante das jogadas de ataque e no segundo tempo ficando mais para ajudar na marcação. Reponsável pelo cruzamento perfeito no primeiro tempo na cabeça do Bia.
Marcelinho da Guia, tem o espírito do Guinazu e por ter esta vontade acabou por correr o campo todo e tomando uma mijada do Norbert, teve cabeça pra receber as críticas e melhorar para o segundo tempo, com grande atuação. Fez um gol de rebote da falta que bati no primeiro tempo.
Rodrigo Carvalho, gordinho, lento e com dor na perta, mas com lapsos da antiguidade e boa participação na meia cancha.
João Kléber Gladiador, os zagueiros tentam e não conseguem derrubar ele, participou ativamente do jogo todo, teve dificuldades no primeiro tempo por tentar conduzir a bola, mas no segundo tempo corrigiu o posicionamento e a forma de jogar, marcou 2 gols e saiu ovacionado pela torcida.
Diego Luis Suárez, nitidamente mais magro também teve uma participação muito ativa durante o jogo, não marcou gols mas participou diretamente de todas as ofensivas do time e atormentou a zaga do adversário junto ao seu colega gladiador.
Luciano Rochemback, mostrou toda sua qualidade de trabalhador no meio do campo ajudando muito o time durante todo o tempo que ficou em campo, fechando a marcação e ajudando nos contra-ataques, pecou em alguns momentos nos passes e levou uma leve mijada do Norberto hehehe, tem que dar um desconto por causa do gramado e porque ele ainda está em fase de re-adaptação.
Rato, sem comentários sobre o jogo, entrou sem vontade e tomou uma baita mijada ao final do jogo, perguntou se poderia entrar na vaga do Cau, de volta ao time, está em fase de avaliação e sem dúvida somou pontos negativos para esta avaliação, se não mudar de postura certamente não será aceito na votação da diretoria.

Gols: Lucas, Marcelo, João (2)
Quórum: 12 atletas (46% do elenco), mais o Rato de convidado
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atletas

GOLEIROS
1 Edo

ZAGUEIROS
4 Alfredo /// Dênis /// 3 Egídio /// 15 Jorge

LATERAIS
5 Caduna /// 6 Danilo /// 13 Sorriso /// 2 Sílvio

VOLANTES
84 Alexandre Ipatinga /// 8 Leandro Antpack /// 26 Lucas Biazus /// 18 Luciano /// 14 Norbert

MEIAS
21 Antônio /// 11 Cau /// 7 João Grando /// 10 Rodrigo Dall'Agnol /// 19 Marcelinho /// 12 Thiago Molho

ATACANTES
16 Bruno /// 81 Diego /// 17 Fernando /// 9 Henrique /// 88 Matheus (Mantega)







campo do Rio Grande

campo do Rio Grande

foto

Em pé: Luciano, Norbert, Rafael, Mantega, Cau, Toni, Danilo, Sílvio, Alfredo, Marcelinho, Sorriso e Ismael; Agachados: Egídio, Ricardo, João, Bruno, D'Alexandre, Lucas, Diego, Thiago, Henrique, Caduna e Rodrigo. Faltaram: L. Antpack, Fernando, Dênis e Edo.