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quinta-feira, 16 de maio de 2013

[PIFC 2 x 1 Remendão] 100% na Sogal

Até o último sábado, jogáramos com o Remendão somente no campo deles, o Frigosul, e mesmo assim já vencemos lá, até de goleada, no histórico 4 x 1. Mas na nossa casa é diferente, na nossa casa dá sempre PIFC – ao menos até agora. Começamos perdendo o jogo após uma falha individual ridícula – mas sem citar nomes – brincadeira, gente, falhas acontecem, e inda mais que veio de um lateral, e os nossos laterais, ou melhor, alas, têm dado show este ano, apoiando, defendendo, ajudando o time nas duas pontas. Mas o fato de ter saído o gol adversário de um lance isolado é até um bom sinal, pois no geral estrategicamente não demos espaço para eles, tanto que foram poucos os chutes a gol azuis e amarelos.

Com a virada do tempo veio a virada do jogo: já no primeiro minuto numa jogada bem tramada, Thiago cruzou para a área e encontrou Phillippi, que não perdoou. Pouco depois, João sofreu falta na esquerda, e Thiago Molho mandou uma folha seca que até o Raul pensou que ia para fora, mas caiu no ângulo: golaço! Virada! Vitória! 

 À base do sotaque carioca, teve muita falação, mas o nosso líder Norbert conseguiu ser mais chato que os caras e desestabilizou um nervoso e acuado time do Remendão. Foram várias as chances: ainda no primeiro tempo, Diego quase guardou mais um golaço, beijando a trave (bá, o cara só com os termos sensuais), no segundo foram outras tantas chances, Mantega deu um chute como ele, forte e venenoso (ui), João fez o passinho do volante na área adversária, envolvendo quatro defensores numa coreografia que parecia o ação Verão de Imbé, mas depois de muitos dribles a zaga conseguiu tirar – outro golaço, além dos do Mantega e Diego, que quase saiu. 

 O Parque segue 100% contra o Remendão em casa e cada vez mais forte para chegar em solo europeu.

terça-feira, 26 de março de 2013

[PIFC 4 X 1 Lokomotiv] A Confirmação

[escrito por Norbert Treis]

Sabadão é dia de PIFC entrar em campo. Nesse final de semana o adversário foi o Lokomotiv de Canoas. Time tradicional, forte, com bom toque de bola, mas dessa vez veio com um grupo bem reduzido, o que foi ao contrário do PIFC que foi quase com força máxima para o jogo. Nos primeiros 20min o PIFC domina totalmente o jogo, postado com seu tradicional esquema com três atacantes o PIFC ataca, ataca e ataca, mas a bola teima em não entrar. Liderados pelo seu camiseta 10.Rodrigo Dall`Agnol, os avanços são muito centralizados e apenas com Henrique na referência do ataque, o jogo fica embolado e com isso o PIFC cria apenas chutes de longa distância, que apesar de perigosos não surtem o resultado desejado. Aos 30min do primeiro tempo José Norbinho faz a modificação que daria novos rumos ao jogo, tirando o ponteiro direito Philippi, que estava muito preso atrás e coloca Diego Fernandes, modificando o esquema de jogo de 4-3-3 para o tradicional 4-4-2 com dois atacantes bem desenhados na frente e abrindo a meia cancha com Rodrigo pela esquerda e passando o João Grando para a direita, este que passaria a jogar diretamente em cima do lateral esquerdo adversário. Nem 5min após a modificação saí a primeira jogada iniciada pela direita e num chute de longe Henrique força o goleiro adversário a vazar e abrir o placar 1 a 0 para o PIFC. Com o gol o PIFC da uma relaxada em campo e na única escapada do Lokomotiv o atacante entra na área pelo lado direito da defesa e como último recurso o lateral direito acaba tocando no atacante que valoriza o lance e o arbitro corretamente aponta a penalidade máxima e assim igualando o placar em 1 a 1. Aos 40min do primeiro tempo a segunda jogada imaginada pelo treinador, João Grando passa de viagem pelo lateral, vai a linha de fundo, invade a área e cruza para trás e novamente Henrique entra sozinho e estufa as redes adversária, 2 a 1 para o PIFC e assim dando números final ao primeiro tempo. O segundo tempo vem e o Lokomotiv dá um gás no inicio tentando diminuir a diferença, mas o PIFC está bem postado em campo e em nenhum momento passa dificuldade só que com o placar a favor e algumas mudanças o time demora um pouco para engrenar. Meados de 25min uma bela tabela de Thiago Molho, Henrique e Rodrigo, acaba com um belo chute da ponta da área no canto em que estava o goleiro e novamente a canhotinha de ouro de Rodrigo aparece. O jogo com 3 a 1 no placar vem a jogada mais linda do de todo o jogo e que por uma infelicidade do arbitro ele não dá o gol. Após uma jogada de ataque do Lokomotiv, Diego Fernandes recebe a bola no meio de campo e vê o goleiro adiantado, vendo isso da um belo chute encobrindo o goleiro, caprichosamente a bola bate na trave e entra, mas com o quique a bola sai e o goleiro a agarra. Vendo no tira-teima a bola entrou completamente e o juiz errou ao não dar o gol. QUE LANCE!!! Após a grande jogada de Diego, o time do Lokomotiv sente o cansaço e começa a abrir a caixa de ferramentas, parando todas às jogadas em sua intermediária. Até que em uma jogada individual Rodrigo, que foi o destaque do jogo, entra na área driblando três jogadores e toca na saída do goleiro fechando o placar em 4 a 1 para o PIFC. Essa foi a segunda vitória seguida do Parque Igara F.C. que está em grande fase, mostrando um entrosamento perfeito com uma defesa sólida, um meio campo consistente e um ataque efetivo. 

A avaliação dos jogadores: 
Edo: Não foi muito exigido em todo o jogo, mas se mostrou seguro nas saída de gol e nos chutes que levou. Não teve culpa no gol levado. NOTA: 7 

Sílvio: Como sempre um lateral mais defensivo, guardando posição. Vinha bem no jogo com passes certeiros até que cometeu o penalty como último recurso. O penalty não comprometeu o resultado e a vitória. NOTA: 7 

Márcio Sorondo: Em grande fase, certeiro nos desarmes e não inventa nas saídas de bola sempre na jogada de segurança. NOTA: 8 

Toninho: É o xerifão, organiza a defasa como um todo e sai muito bem com a bola. Forma uma dupla perfeita com Márcio. NOTA: 8 

Fernandinho: Outro que está em grande fase, a cada jogo ganha mais confiança. Tem como principal característica a subida ao ataque e nesse jogo ainda defendeu muito bem. NOTA: 8 

Lucas Biasuz: Fez uma grande partida como primeiro volante protegendo a zaga e após a saída de Toninho, substituiu a altura o xerifão. NOTA: 7 

Marcelinho: Como sempre com muito gás, correu muito e marcou muito, procurou umas investidas a frente quando pode. Precisa esquecer o arbitro. NOTA: 7 

Rodrigo Dall`Agnol: Correu muito, driblou, passou e concluiu a gol. Marcou dois gols e foi maestro do time. NOTA: 9 

Philippi: No primeiro tempo sofreu muito com as investidas do lateral esquerdo e por isso acabou marcando mais que atacando, voltou no segundo tempo e conseguiu fazer um bom jogo. NOTA: 7 

João Grando: Foi a aposta do treinador, que foi contra as suas características e apostou no seu poder de improvisação. Responsável direto pelos dois primeiros gols. NOTA: 8 

Henrique: Apenas uma palavra para descreve a sua atuação: Matador. No primeiro gol com um belo chute de longe e no segundo gol mostrando todo o seu oportunismo. NOTA: 9 

Anderson Caduna: Fez a sua estreia no ano, jogou cerca de 30min e foi bem, mostrando movimentação, passes certos e até com direito a uma caneta. NOTA: 7 

Pedrinho: Outro que voltava de lesão entrou deslocado na lateral esquerda e sentiu nos primeiros lances a falta de ritmo, mas logo entrou no jogo e teve uma boa atuação. NOTA: 7 

Matheus Dall`Agnol: Entrou de primeiro volante e foi perfeito na proteção da zaga, com desarmes certeiros e passes diretos. Teve sua melhor partida no ano. NOTA: 8

terça-feira, 19 de março de 2013

[PIFC 8 x 1 Jovens do Vento] Atropelamento


[escrito por Norbert Treis]

Final de semana com promessa de tempo ruim, nublado, chuviscando, campo molhado e frio, tudo para ser um jogo com poucos gols, truncado e sem grandes lances. O jogo era no campo do Veronese contra o time Jovens do Vento, seria mais uma derrota?!
Só que não, pois enfim uma apresentação de gala!!!!

O PIFC vinha mordido depois de duas derrotas seguidas, que por diversos fatores foram injustas pelo que o grupo demonstrou nesses jogos. Assim o PIFC entra em campo com: Edo, Sílvio, Márcio, Danilo e Fernandinho; Toninho, Marcelinho e Rodrigo; Barata, João e Henrique. Um time montado para o ataque, com o objetivo de marcar e sair nas jogadas em velocidade para o ataque. 

O gol veio protegido por uma muralha pouco exigida, mas sempre ali quando necessária Edo, ou melhor, Taffarel pela sua elasticidade e segurança. A defesa estava sólida, com uma dupla de zaga de Danilo e Márcio que não nos deixava saudades de Figueroa e Rivarola. No primeiro tempo com as subidas do lateral esquerdo Fernandinho, que de lateral só tem o nome, pois era mais um ala do que propriamente lateral, a lá Jorge Wagner no colorado. Pela direita com o posicionamento mais atrás, Sílvio fechando como terceiro zagueiro, minuciosamente como Roger da era Felipão. O meio com o cabeça de área Toninho que mais lembrava o grandioso Mauro Silva, protegendo a zaga e logo em seguida com a entrada do Lucas Biasuz, igualmente se parecendo com o Rei de Roma, Falcão em seus tempos áureos com direito a gol de penalty e outro belíssimo gol de letra. Estupenda apresentação dos primeiros volantes, inclusive não menos importante Ipatinga, lembrando o grande Dinho que a cada enxadada levantava um punhado de minhocas do gramado, lutou até o final. Marcelinho, o famoso Motorzinho, lembrando nosso hoje incontestável Fernando na segunda função do meio campo do Tricolor dos Pampas. Para completar os homens de meio, o craque da camisa 10 Rodrigo que com o golaço da intermediária nos faria lembrar o grande Gérson, Canhotinha de Ouro, com essa comparação acho que nem preciso falar mais nada.
A legião de atacantes que tem hoje o PIFC faz o trabalho de treinador ficar cada vez mais fácil. Com o trio que começou o jogo de Barata, João e Henrique, nos lembrando do trio que reside na Arena do Grêmio, Elano, Vargas e Barcos. O primeiro de dribles curtos e passes precisos, o segundo com grande velocidade e objetividade e o matador sempre pronto para estufar as redes. 

Quem diria que no banco ainda teríamos um estreante Leonardo que se inspirou no Cafú para entrar em campo pelo PIFC. Philippi que entrando pelo lado direito nos lembraria o grande Paulo Nunes ou Paulo Bala para os mais chegados, Diego que com o seu oportunismo e as suas pifadas não perderia em nada para o maioral Fernandão do Colorado Campeão de Tudo e Thiago Molho que com a sua categoria podemos trazer na memória Paulo César Caju, com a ousadia dos dribles. 

Depois dessas comparações só posso complementar o texto dizendo que mais que indivíduos, foram um grande time e assim continuando as comparações, posso afirmar que foram como a Seleção Brasileira da copa de 1994, aonde o conjunto vinha em primeiro lugar, mas nunca esquecendo o potencial de cada um.

Grande vitória de 8 a 1, onde o placar apenas enaltece a vitória do PIFC. Os Jovens do Vento lutaram até o apito final, com bons jogadores, mas que realmente foi um dia iluminado do PIFC. 

Nota do editor: um raio cai duas vezes no mesmo lugar

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Parque Igara 5 x 3 Time do Ivo... 12/05/2012



Em mais um sábado de sol, em um belo gramado em Nova Sta Rita contra o Time do Ivo tradicional adversário de Canoas. O grupo de atletas foi em peso e contando com as ilustres presenças de Thiago Pereira e Ricardo Molho, nossos amigos e sempre bem vindos ao PIFC.

O PIFC foi a campo com a seguinte escalação: Edo, Pedra, Sorondo, Toni e Fernandinho, Biasuz, Marcelinho, Rodrigo e Philippi, Diego e Henrique e ainda contou com um banco de reservas composto por Norbert, Egidio, Ricardo Molho, Luciano, Thiago Molho, Ipatinga, Bruno, Mantega e João.

O inicio de jogos do PIFC tem sido uma constante, com um bom toque de bola e com ataques  perigosos, mas sem conseguir colocar a bola na rede. Até que por volta dos 20min do primeiro tempo em uma bela jogada com a bola de pé em pé iniciada na intermediária defensiva com uma bela saída rápida de Lucas Biasuz, para Marcelinho que dominou e tocou para Rodrigo que serviu Henrique de frente para o gol que ameaçou o chute e apenas escorou para Philippi acertar um belo chute na gaveta sem chances para o goleiro adversário. Após algumas alterações o PIFC continuou marcando o adversário em seu campo e até que em uma falta na intermediária, Henrique cobrou por cima da barreira no canto do goleirinho que presenteou o nosso Homem Gol com um grande peru e assim fazendo 2 a 0 para o PIFC ao natural.

Após a entrada de Luciano e Ipatinga na volancia o time teve uns 2min de desorganização e o adversário se aproveitou para conseguir uma finalização forte onde Edo não conseguiu segurar a bola e o centro avante adversário conseguiu fazer o gol no rebote. Após o gol houve um pequeno bate boca entre os jogadores que queriam ficar com a bola, mas nada relevante para tirar o PIFC do seu rumo e assim terminando o primeiro tempo.

O PIFC entra o segundo tempo com Edo, Philippi, Egidio, Norbert e Ricardo Molho, Luciano, Marcelinho, Thiago Molho e Mantega, João e Henrique com apenas três jogadores que iniciaram a partida e mostrando que o grupo está bem uniforme e num mesmo nível. Prova disso é que ao natural o PIFC foi para cima e sem sofrer perigos de gol fez o terceiro com Marcelinho em uma jogada bem armada o Marcelinho recebe de frente para o gol e chuta no canto do goleiro que com o zagueiro na sua frente só viu quando ela estufou a rede e assim o placar fica em 3 a 1 para o PIFC. Após algumas modificações na equipe o PIFC manteve o alto nível técnico tanto que João, Thiago Molho e Rodrigo numa bela triangulação quase entram com a bola dentro do gol para fazer 4 a 1 no placar.

Com o 4 a 1 no placar o PIFC naturalmente deu uma pisada no freio e com isso o Time do Ivo acabou se aproveitando de um descuido do meio de campo e roubou a bola e cruzou na área para o atacante que entrando na segunda trave dividiu com o goleiro Edo e conseguiu diminuir o placar para 4 a 2. Em tempos atrás isso poderia significar um começo de reação do time adversário, mas como estamos em uma fase muito boa o time manteve a mesma postura séria e ofensiva para em uma jogada na ponta direita Marcelinho dribla o zagueiro e apenas rola para Ricardo Molho literalmente dar uma patada do meio da rua que o goleirinho nem se mexeu e voltando a diferença de três gols no placar com o 5 a 2. No final do jogo o nosso atacante emprestado Léozinho Molho ainda diminuiu o placar e deu números finais ao confronto com o 5 a 3.

Grande jogo do Parque Igara F.C. que vem mantendo a regularidade de boas apresentações e conseguiu a quinta vitória consecutiva e a nona vitória no ano, assim já superando a campanha do ano de 2011 onde obtivemos 8 vitórias ao todo. Esse ano estamos com um aproveitamento perto de 70% e assim facilmente seriamos campeões com Brasileirão de 2011 onde o campeão ficou em 63%.

Rumo ao final de semana que vem em busca de mais uma boa apresentação!!!
[Texto de Norbert Treis]




terça-feira, 8 de maio de 2012

[05/05/2012 PIFC 3 x 2 Divinéia] 4º vitória seguida


No sábado às 16:00 horas o PIFC tinha jogo marcado em Novo Hamburgo.
Adversário desconhecido, com um time repleto de jogadores jovens, com um gramado um pouco irregular...dificuldades à vista.

O PIFC foi a campo com a seguinte escalação: Edo, Caduna, Márcio Sorondo, Antônio e Fernandinho; Lucas, Marcelinho, Bruno e Philipi; Diego e Henrique. Como suplentes tínhamos as presenças de Norbert,
Egídio, Pedro, Ipatinga, Luciano, Marcelo, João e Sorriso. Sem contar o R 10 ex gordo Rodrigo que chegaria no decorrer da partida.
Começo de jogo com as duas equipes se estudando, porém o PIFC já demonstrava a que veio, com posse de bola, tabelas no meio de campo e um sistema defensivo sólido não dando chances de gol para o adversário que contava com jogadores de velocidade, principalmente nas laterais do campo.
Aos 10 minutos de jogo nosso goleiro Edo acaba levando um cartão amarelo por reclamação, causando a ira do banco Parqueano. O juiz percebendo tal ira e não gostando da situação resolve dar um basta na gritaria proferindo o seguinte: "Meu Senhor, me preparei uma semana quando soube de onde o time de vocês vinha, se continuar com a chacrinha vou expulsar um por um". Com certeza isso foi a primeira vez que escutei em 07 anos que estou no PIFC. Percebendo tal despreparo do árbitro o PIFC resolve fazer o que melhor vem fazendo. Em jogada trabalhada no meio, Philipi dá boa assistência para Dieguinho Pitbull apenas dar um tapa na bola desviando do arqueiro adversário, 1 x 0. Com a vantagem no placar o PIFC continuou trocando passes e perdendo algumas oportunidades. Diego tentou encobrir o goleiro e a pelota passou por cima do gol tirando tinta do travessão. Em uma delas Marcelinho fez bom lançamento para Diego que entrou área adentro e acabou concluindo na saída do goleiro, porém a bola caprichosamente passou ao lado do gol.
Ainda no 1º tempo ocorreram algumas substituições, entraram Pedro, Luciano e Alexandre Ipatinga nos lugares de Caduna, Bruno e Marcelinho, respectivamente.
Após as substituições o time hamburguense do Divinéia acabou crescendo na partida, mas as chances do adversário se davam apenas em conclusões de fora da área bem interceptadas pelo arqueiro Parqueano Edo, dando números finais na etapa inicial e o PIFC saindo com vantagem no placar.
O segundo tempo começa com a seguinte equipe: Edo, Pedro, Norbert, Antônio e Fernandinho; Lucas, Alexandre Ipatinga, Luciano e Marcelo (Zoiudo); Diego e João.
Em desvantagem no placar o time local começa esboçar uma pressão nos primeiros minutos do segundo tempo, porém o PIFC consegue se defender bem e tenta buscar os contra-ataques para matar o jogo. Depois de alguns minutos nosso presidente Egídio entra na equipe no lugar de Antonio Rottweiler.
Em um lance de lateral para o adversário e em uma falha de marcação da equipe PIFC, o adversário tem tempo de olhar e fazer um bom cruzamento para o atacante que entra livre no segundo poste e cabeceia sem chances para Edo, empatando o jogo.
Na temporada passada isso seria motivo para descontrole, nervosismo e muita gritaria de todos, mas ali podemos notar que hoje somos uma verdadeira equipe, focada e sabendo o que é preciso para vencer.
Depois do gol de empate sofrido o PIFC foi em busca do gol que daria novamente vantagem para equipe e mais mudanças houveram. Entraram Rodrigo, Marcelinho e Caduna nos lugares de Lucas, Alexandre Ipatinga e Fernandinho. O PIFC começou a ganhar novamente as jogadas no meio de campo e a trocar passes no campo adversário. E em uma dessas jogadas Rodrinight dá belo passe/ganchinho para João (Damião) Grando que deixa o goleiro ser enganado pelo quique da bola (errei contigo...) e sem ângulo completa para o gol fazendo 2 x 1 para a equipe igarense. Festa no banco de reservas...
Mesmo em vantagem o PIFC não deixou de ir ao ataque e durante todo jogo buscava a marcação do gol que decretaria o fim da partida. Nesse momento já contávamos com nosso atual artilheiro jogando no gol, já que o Edo teve que sair às pressas.
Novamente em boa jogada no campo de ataque é a vez de Henrique receber belíssimo passe de João e entrar na área sem marcação de frente para o arqueiro para desferir um chute rasteiro no outro canto, e aí todos sabem o resultado: gol!!!...não é por nada que nosso 9 é conhecido com Homem-gol, apelido adquirido ainda nos jogos na praça do Figueiras.  Luciano sentido a falta de ritmo é substituído por Lucas novamente.  O jogo estava sob controle 3 x 1, com o PIFC trocando passes e indo ao ataque só na BOA, até que em um lançamento despretensioso Lucas acaba desviando a moranga e tirando Norbert da jogada, fazendo com que o David Luiz (centroavante do adversário) ficasse cara a cara com Diego (Chino) e apenas desviasse do arqueiro, sem chances, diminuindo o prejuízo para a equipe do Divinéia.   
Os últimos momentos de jogo foram tensos, Sorriso quase fazendo gol contra ao desviar falta do adversário, cortando cruzamentos com a barriga, enfim o Parque Igara se defendia como podia. Caduna dava golpes que são treinados no jiu jitsu quando nada mais além da falta era possível.
A equipe adversária consegue escanteio ao seu favor e o nosso bruxão Juiz resolve proferir mais uma de suas frases: "Gurizada, esse é o último lance". Bola na área a zaga afasta, fim de jogo...NÃO! Mais alguns acréscimos para ver se o time da casa consegue empatar, já que provavelmente esse era o resultado que ele queria, mas nós NÃO, queríamos a vitória e saímos da partida com ela, a quarta consecutiva...
FIM DE JOGO PIFC 3 x 2 DIVINÉIA! Vitória e que venha o Time do Ivo.


Lucas Biasuz



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Histórica vitória de 8 x 1 do PIFC, Onde vencemos até mesmo a sexta-feira 13.


O sábado 14/04 de 2012 começou como um verdadeiro dia seguinte de uma sexta-feir a 13. Para muitos a sexta-feira 13 é considerado um dia com tendências para coisas ruins, dia para se tomar cuidado. Dizem que a sexta-feira 13 é um dia pressagiador de infelicidades, da mesma forma que dizem que também pode ser considerada uma forma de encontrar culpados para os nossos insucessos ou fracassos, muitas vezes resultantes da nossa própria falta de esforço e dedicação.
Tudo indicava que a sexta 13 ganharia do PIFC, o jogo originalmente estava marcado para ocorrer as 11:30 no campo da Sogal, como podem ver o 13 já estava presente até mesmo no horário do jogo. A chuva, provavelmente ordenada pelo 13 ou até mesmo pelo espírito de Felipe o Belo, rei da França assassino dos cavaleiros Templários, tentou de todas as formas fazer com que o PIFC não tivesse a oportunidade de mostrar que o 13 na verdade seria inspiração para uma grande batalha.
Por total competência do nosso marcador de jogos, Danilo “Fat Joe” Dall’Agnol, conseguimos vencer a primeira batalha do sábado. Danilo conseguiu aos 45 minutos do segundo tempo marcar um jogo no campo do Veronese, campo que até então era considerado ruim e que motivou os jogadores do Parque somente pela grande fome de jogar bola no sábado. Chegamos ao local sem nem mesmo saber o nome do adversário, podemos considerar isso soberba? Falta de dedicação? Eu diria que não, credito isso à vontade de jogar independente do adversário. Outra surpresa foi a qualidade do campo, grama baixa, sem poças d’agua, permitindo a bola rolar com perfeição.
Vamos ao que interessa, o jogo. Iniciamos com Edo, Caduna, Sorondo, Dênis e Danilo. No meio Biasuz, Toni, Marcelinho e Rodrigo. No ataque Henrique e Fernandinho. Como suplentes ficaram Norbert, Philippi, Pedrinho, João, Ipatinga, Luciano e o convidado Marcelinho amigo do Toninho. Visualmente o adversário parecia ser de muita qualidade, o time praticamente todo só de gurizada, com somente dois veteranos, o lateral direito que provavelmente era um dos melhores do time e o goleiro que também surpreendentemente realizou algumas defesas difíceis.
Logo no começo do jogo o PIFC já mostrou a que veio, com um belo toque de bola, envolvendo o adversário e conseguindo algumas boas roubadas de bola. Numa jogada na direita do ataque, após algumas trocas de passe entre Caduna “Cicinho do São Paulo em 2005”, Marcelinho “Pulmão da amazônia”, Rodrigo “Estou emagrecendo” e Toninho “Pitbull”, a bola sobrou para Toninho que sem pedir excuse me ao goleiro bateu de fora da área e a bola tomou a direção do ângulo direito, o goalkeeper Walmor Chagas conseguiu buscar, porém deixando o rebote pro nosso eterno matador Henrique “homem gol” e a sua ótima capacidade de colocação na área, só teve o trabalho de empurrar para as redes. 1 a 0.
Após o primeiro gol começamos a receber algumas investidas do adversário, liderados principalmente pelo atleta Cachorrão, o maior azarado da história da várzea Canoense e também pelo camisa 18, jogador de qualidade. Do adversári o podemos ainda citar como expoente o centro avante, Adriano Imperador, mas agora já no Cúrintia, com aparente vigor físico, gente fina, porém sem futebol algum para apresentar.
O PIFC seguiu as investidas e num lançe muito curioso o nosso lateral Danilo “Corta Luz” foi bater uma bola de primeira e protagonizou um mustela que o Tadeu Schmidt adoraria reproduzir no Fantático. Nosso técnico interino Norbert “O pensador” Treis promoveu algumas mudanças táticas principalmente no meio campo, retirando o camisa 10 e colocando mais um volante. Algo que surtiu resultado num momento que o adversário estava crescendo na partida, Alexandre “Não gosto mais do meu apelido Ipatinga” deu um belo passe ao nosso novo showman Fernandinho que usou de toda sua categoria para driblar o goleiro e bater de direita. 2 a 0.
Foram promovidas também outras importantes mudanças no time, entraram Luciano “American Lover Boy”, Marcio “Sorondo Cubano”, Philippi “Rei do SG”, Pedro “Rei da Europa” e Norbert “Treinero” também entraram em campo. Neste momento é importante citar que todas alterações ocorreram com o cuidado de não desmantelar o time, quem entrou entrou no mesmo clima dos que estavam em campo, de dedicação, raça e toque de bola.
Neste momento do jogo o treinador do time adversário, abusando da sua bota sete léguas, veio até o nosso banco de reservas para desabafar quanto as qualidades do juiz, porém o próprio treinador adversário não conseguia se concentrar no jogo, pois precisava cuidar de seus cavalos cagões que estavam na beira do campo.
O PIFC voltou ao segundo tempo com mais algumas mudanças, o adversário tentou impor um ritmo nos primeiros minutos, porém novamente levou um balde d’agua de chuva, Pedra proveu um belo passe/lançamento, que segundo o Norberto foi um balão consciente e encontrou Fernandinho “Showman” livre na frente do goleiro, que conseguiu defender no primeiro momento, mas no rebote o próprio Showman jogou a moranga pra balançar o capim no fundo da rede de Walmor. 3 a 0.
As jogadas seguiam fluindo com naturalidade, os volantes Lucas “Meu bruxão” Biasuz, Lucífilis, Xandy e Tonibull seguiram fazendo um ótimo trabalho na frente da area, defendendo a zaga que também tinha grande atuação. Podemos dizer que praticamente não perdemos jogadas ou botes, atuação perfeita da volância, zaga, laterais e fechando com a cereja do bolo com o Edo “Pro” no gol fazendo seus tradicionais milagres.
A bola flutuava no gramado, o meio campo com grande qualidade no passe de Rodrigo “Esparadrapo” , Marcelinho “Ademir da Guia” e Marcelinho “Bruxo do Toni” fazia a bola chegar com naturalidade aos laterais de grande atuação no segundo tempo Caduna, Pedra e Philippi. Numa destas jogadas de ataque cavamos um escanteio e deste escanteio, segundo João “Damião” Grando, surgiu um dos gols mais inusitados da história da várzea Canoense, Marcelinho Biro no primeiro pau recebeu a bola no ar e de calcanhar encobriu o goleiro, um golaço. 4 a 0.
O domínio de jogo seguia e o adversário não conseguia parar a constante troca de passes e viradas de jogo promovidas pelos integrantes da meia cancha do PIFC, destas trocas de passe pela meia esquerda tivemos o retorno oficial do nosso Damião, do goleador isolado de 2011, João recebeu dentro da area, poderia ter rolado para tras onde R10 entraria livre para marcar, porém usou de toda sua categoria para cortar o zagueiro e guardar, mostrando que está totalmente recuperado de lesão. 5 a 0.
O time acabou relaxando um pouco e passou a permitir algumas investidas do adversário, numa falta pela esquerda de seu ataque o adversário chegou ao sucesso, devido as poças dentro da area o nosso goleiro Edo acabou escorregando e não conseguindo chegar na bola como gostaria, encostou nela mas não conseguiu evitar o gol. 5 a 1.
O revés não abalou o PIFC que continuou focado no jogo, que continuou sem brigas, sem discussões e sem gritarias dentro de campo, algo que todos concordam que é o nosso pior adversário e algo que não podemos mais tolerar dentro do time. Com isso o nosso craque Marcelinho se aproveitou de uma saida mal feita de bola do adversário no meio campo, driblou o zagueiro e partiu para cima do goleiro, que por sua vez também foi driblado, outro golaço do PIFC e do Marcelinho. 6 a 1.
O meia cancha de qualidade do adversário neste momento desfere as seguintes palavras “os caras estão ganhando de 6 a 1 e seguem jogando com MUITO mais vontade que nós” algo que deixou ainda mais claro que o maior adversário do PIFC é o próprio PIFC nos dias em que resolve não ter vontade ou nos dias que temos “xiliques”. Cachorrão não entrou no clima do camisa 18 e com toda sua raiva na beira do gramado dá um bico na bola pra longe, seus colegas reclamam informando que estão perdendo o jogo e Cachorrão novamente num momento de fúria exclama “estamos perdendo de 6 a 1, vocês acham que em 10 minutos vamos empatar ou virar o jogo???”.
Mal ele sabia que nestes 10 minutos o Parque ainda teria tempo de marcar mais 2 gols, novamente 2 belíssimos gols, o sétimo saiu dos pés do Lateral improvisado Philippi que em velocidade partiu da esquerda, driblou dois zagueiros e chutou cruzado do ângulo do Walmor Chagas, golaço e 7 a 1. O oitavo foi para fechar com chave de ouro, praticamente todo o time participou da troca de passes, a bola ia da esquerda para a direita, quando Henrique viu Rodrigo “Quase ex gordo” no meio e este caprichosamente enxergou Fernandinho “Mini Mim” entre 2 zagueiros, recebeu, fez a parede perfeita e bateu com a direita sem chances pro Walmor. 8 a 1. O adversário foi exemplar durante todo o jogo, perdeu de 8 a 1 sem dar um ponta pé sequer.
No sábado 14/04 o PIFC optou por interpretar da melhor forma possível as consequencias da sexta-feira 13, buscou em seu próprio esforço, dedicação e utilizando a superstição do dia anterior para alcançar um dos seus maiores sucessos em anos.
Texto de Rodrigo Dall’Agnol.

quarta-feira, 28 de março de 2012

[PIFC 8 x 4 Barcelona] Nem Messi salvaria o Barça


Mais um sábado como outro qualquer, porém nem tanto, afinal de contas tínhamos apenas 13 confirmados para o jogo no campo do Scotta contra o sempre perigoso Barcelona de Canoas. Para melhorar ainda mais a situação o combinado era estar ás 10hs e 30 minutos no campo, já fardado para aproveitarmos o tempo antes e conversarmos sobre os erros do último jogo e tentar não repeti-los. Bom o Sr. Norbert “Não Dormi” Treis, teve um pequeno problema em seu despertador gerando um leve atraso no combinado. Ironia do destino? Pura irresponsabilidade? Quem sabe? O que se pode dizer é que com isso a conversa no início do jogo foi clara e objetiva: “Temos que jogar de forma inteligente por que temos apenas três jogadores no banco de reservas e o time deles é muito bom!”.

 Começa o jogo e o pedido da comissão técnica é atendido prontamente, o Parque Igara F.C começa tocando a bola no meio de campo, retendo a posse de bola e atacando sempre que possível. Nos primeiros minutos o Barcelona apenas observa o PIFC pacientemente ficar trocando passes em busca do espaço na defesa adversária. Até que em uma troca de passes na intermediária do Barcelona, Rodrigo “Teleguiado” Dall’Agnol acerta um belo chute de longe que de tantas curvas que a bola faz mais parecia que descia a Serra Gaudéria na trajetória até as redes. Pronto, vamos começar a contar, 1 a 0 para o Parque Igara. Nem 5 minutos depois em uma jogada pela esquerda, Henrique “ o Garçom”,  cruzou para o meio da área e Diego “Love” Fernandes completou para o gol  com uma pequena ajudinha do arqueiro que pensou ter que bater continência e acabou batendo os calcanhares ao invés de defender a bola. A saga continua alguns minutos após o segundo gol, Diego “S2” Fernandes recebe lançamento dentro da área e novamente o arqueiro adversário se confunde de esporte do futebol para o futebol americano e derruba o atacante Diego dentro da área, penalty indiscutível que Henrique “Homem Gol” chuta firme alto no canto direto do goleiro, que nada pode fazer. O jogo continua eletrizante e numa jogada sem grande perigo para a zaga de peso do Parque, a bola acaba saindo pela linha de fundo e no cruzamento o zagueirão Danilo “Pé de Chumbo” Dall’Agnol não sobe junto com o zagueiro adversário que livre marca para o Barcelona e diminui o placar, assim chegando rapidinho aos 3 a 1. Em mais uma boa jogada do Parque Diego “Mãe Diná” Fernandes fica sozinho de frente com o goleiro e chuta no canto para fazer desse um grande primeiro tempo, assim apontando 4 a 1 para o time visitante. O Barcelona tratou de responder e logo em seguida e como quem não quer nada foi trocando passes até a intermediária do Parque e sem que ninguém o incomodasse o meia do Barcelona acertou um belo chute colocado de fora da área pegando o goleiro Edo “Jesus” (pelos seus milagres ao longo dos últimos dois anos) adiantado e que sem chances foi buscar a bola dentro das redes modificando o placar para 4 a 2. Quando todos achavam que o jogo iria para o intervalo com esse placar Marcelinho “hoje bati uma para jogar relax” fez uma jogada magnífica entrando na área pela esquerda driblando duas vezes o mesmo marcador e mais um segundo para na saída do goleiro colocar no cantinho, fazendo a bola dormir tranquilinha no fundo das redes do Barcelona e assim finalmente fechando o placar do primeiro tempo em 5 a 2 para o Parque Igara F.C.

O segundo tempo começa e o Barcelona trata de partir para cima a fim de diminuir o placar e com boas jogadas pelo lado esquerdo de ataque consegue logo no início diminuir o placar para 5 a 3 quando o atacante driblou dois zagueiros e na linha de fundo cruzou para trás e o outro atacante só completou para dentro do gol. O jogo continuou com o Barcelona tomando a iniciativa do jogo e assim o Parque ia perdendo alguns contra-ataques importantes para liquidar com o jogo, tanto que numa jogada pela direita Rodrigo "emagrecendo" Dall'Agnol invade a área e cruz para trás e Henrique sozinho chuta por cima do gol. Em um novo contra-ataque pela direita Diego “Saltos ornamentais” Fernandes sentiu a aproximação do zagueiro por atrás com uma voracidade tamanha que se colocou a frente e deixou que o tanque adversário o fizesse se sentir em uma piscina mergulhando área a dentro para ser marcado mais um penalty contra o Barcelona. Nessa altura do jogo Egídio “olhos de águia”, pela primeira vez em anos grita corretamente: “É Peeenalllti”. Após a marcação do árbitro, os integrantes do Barcelona partiram rapidamente para cima do juiz, o fazendo invocar seus ancestrais orientais e chamar para a briga o capitão do Barcelona. Após ser resolvida toda a confusão, voltando ao futebol, Lucas “Beijoqueiro” Biasuz cobrou com categoria, tirando o arqueiro adversário da foto, como se estivesse procurando seus cds para “discotecar” na próxima festa.

Após toda essa confusão o jogo ficou mais mordo com 6 a 3 no placar, até que em uma bobeada da defesa do PIFC o atacante do Barça driblou Mantega “Trem das 11hs” e invadiu a área cruzando para o meio onde vinha o centro avante na corrida com Luciano “tava morto” Klein e completando para o fundo das redes fazendo 6 a 4 e uma chuva de gols. O gol não fez com que o Barcelona conseguisse ser superior ao PIFC que dominava as ações no meio de campo e não tinha tantos problemas na sua defesa composta pela esquerda com ismael “cuspidor” Jorge, Norbert “aniversariante” Treis no miolo de zaga, Lucas “Jorge Amado” Biasuz na quarta zaga e Fernando “Fenix” Sorriso Vargas pela direita,  assim fechando o time para garantir a vitória. O jogo seguiu e ao natural numa jogada pela esquerda, Henrique "fininho" chutou cruzado encontrando a trave e no rebote Diego “Hat-Trick” Fernandes novamente pede música fazendo o seu terceiro gol e deixando o placar em 7 a 4. Com o time do Barcelona já desmotivado e o PIFC trocando passes sem pressa e deixando o tempo passar, em uma bela triangulação pela meia direita Marcelinho “Zen Chow” pifou Rodrigo “recuperei a minha vontade de jogar futebol” Dall’Agnol tentou colocar entre as pernas do goleiro que ainda conseguiu tocar na bola, mas mesmo assim acabou completando para as redes e assim colocando um ponto final na grande exibição do Parque Igara F.C. com o placar de 8 a 4.

Grande jogo com um placar elástico, 12 gols na partida, grandes jogadas, belas tabelas e com muita confusão, todos os ingredientes que um jogão de futebol precisa ter. Felizmente o Parque Igara vem numa fase de crescimento e em sua segunda vitória seguida demonstrou que esse ano vem para não fazer feio. Semana que vem é contra os Kamaradas e é sempre jogo bom também e vamos tentar manter o futebol apresentado nos dois últimos jogos sempre buscando corrigir os erros apresentados até aqui.

[texto de Norbert Treis]

terça-feira, 20 de março de 2012

[PIFC 5 x 4 Hércules] Os cinco trabalhos de Hércules

[texto de Norbert Treis]


No dia 17/03/2012 foi o terceiro jogo da temporada contra a equipe da Hércules, na casa do adversário. A tarde estava muito quente e o time do Parque Igara F.C tinha a previsão para apenas 14 atletas de um grupo de 28 mensalistas. Pela primeira vez no ano contamos com a ilustre presença do nosso jogador/amigos direto da “gringa” Luciano “Three Thousand” Klein.

O time que foi a campo era: Edo; Caduna, Biasuz, Danilo e Fernandinho; Marcelinho, Tiago Molho, Rodrigo e Matheus; Henrique e Diego. Logo no começo do jogo o Parque Igara F.C já mostrou toda a sua organização tática e um refinado toque de bola, tendo paciência para trabalhar a bola em busca dos espaços para atacar. A bola passava de pé em pé, com calma, virando o jogo sempre que necessário e o meio de campo do PIFC ditando o ritmo de jogo.

Com essa superioridade logo na primeira escapada pelo lado esquerdo, Diego “Lover Boy” Fernandes na tentativa de cruzar para o Henrique que entrava pelo meio da área, acabou chutando por cima do gol e assim mostrando a fraqueza do time adversário naquele setor. Logo na sequencia Edo fez uma rápida reposição de bola que o Henrique desviou de cabeça para o lado direito buscando Diego “Absolut” Fernandes que mesmo com o desvio do zagueiro conseguiu dominar a bola e acertar um belo chute de fora da área no canto sem dar chances para o goleiro adversário alcançar a bola, tirando o cabaço do placar e anotando 1 a 0 para o PIFC. Menos de 5 minutos depois, Matheus “Saco de Pancada” Dall’Agnol encontrou Diego “Mago” Fernandes sozinho de frente para o goleiro, que num dos mais belos lances do jogo tentou dar um chapeuzinho no goleiro, mas a bola acabou sendo cumprida demais e foi direto para o gol. Mesmo com a desesperada tentativa de corte do zagueiro que mais parecia um lambari todo enrolado na rede dentro do gol, estava anotado mais um tento para o PIFC fazendo 2 a 0. O terceiro gol veio de pênalti com Lucas “Quem bate é o batedor” Biasuz tirando o goleiro da foto ao aplicar o clássico goleiro de um lado e bola do outro, fazendo 3 a 0 no placar e nada de reação do time adversário. Continuando o total domínio do jogo o PIFC teve mais uma jogada bem construída pela direita que envolveu quase todo o time numa grande troca de passes até a conclusão a gol que o goleiro rebateu para dentro da área e o zagueirão Danilo “Errei o Bote” Dall’Agnol, não teve piedade do goleiro que mais parecia um condenado pelo talibã ao fuzilamento, caindo dentro do gol quando a bola já voltava de estufar as redes, anotando 4 a 0.

Estávamos com 30 minutos de jogo, o placar era 4 a 0 e Rodrigo “Estou com Pressa” Dall’Agnol já havia dado espaço à Philippi devido a compromissos particulares, o juiz ainda não havia marcado um pênalti claro quando o zagueiro do Hércules confundiu o esporte e fez um bloqueio dentro da área, cometendo um erro grave já no início da partida. O PIFC dominava o jogo, controlando o meio de campo e atacando sempre com perigo. Apenas num descuido em um contra-ataque que acabou em um bate-rebate dentro da área do PIFC e encontrou Lucas “tirando um sono” Biasuz deitado no chão, por ter sido um lance muito bizarro o juiz deve ter interpretado como falta por bizarrice, pois não houve intenção nenhuma de se colocar a mão na bola. Após esse lance que gerou o primeiro gol do time do Hércules o PIFC deixou de jogar o seu belo futebol demonstrado até então na partida. Marcelinho “Edmundo” se irritou e foi sacado pelo técnico Alfredo “AAéééé”, dando lugar para Kléber Balinha.

Após a confusão o time do Hércules mudou alguns jogadores colocando um time mais ofensivo e o PIFC ainda sentindo o primeiro gol tomado, foi perdendo espaço no meio de campo até que em um belo chute de fora da área o Hércules faz o seu segundo gol ainda no primeiro tempo e assim indo para o intervalo com o placar de 4 a 2 para o PIFC.

O segundo tempo começa e o PIFC melhora em relação ao final da primeira etapa mas sem a mesma objetividade e aproveitamento dos primeiros 30 minutos de jogo e assim o jogo se enrola até que num chute de longa distância a bola desvia na zaga e engana o goleiro Edo e assim apertando o placar que era até então elástico e passa a ser de 4 a 3 para o PIFC. O jogo vinha sem grandes chances para nenhum dos dois times, pois o Hércules atacava, mas não conseguia concluir com eficiência e o PIFC também já estava com o seu poderio ofensivo não tão forte quanto antes. Até que em uma jogada aparentemente controlada pela defesa do PIFC o atacante da Hércules acerta um tapa no rosto de Marcelinho “quebrem ele” e o mesmo simplesmente para pedindo falta e com isso o atacante entra sozinho na área e chuta sem chances de defesa para o Edo. Após a confusão e a expulsão do atleta do PIFC que engordou em R$5,00 o caixa do PIFC a bola sai novamente no meio de campo e Diego “vai pedir música” Fernandes partiu em disparada levando três zagueiros com ele até a entrada da área e assim cavando a falta no bico da grande área. Como prometera na noite anterior na concentração Diego “Whiskey in the jar” Fernandes chamou a responsabilidade e não deixou ninguém se aproximar com o intuito de bater a falta, assim na cobrança acertou um belo chute na gaveta, atrapalhando o sono da pobre Coruja que lá habitava.

Um grande jogo onde dentro dos 90 minutos o time alternou ótimos e ruins momentos fazendo um 4 a 0 incontestável e deixando o adversário empatar em 4 a 4, se aproveitando dos momentos de desatenção de todo o time do Parque Igara F.C. A vitória veio, mas não podemos deixar de aprender com os nossos erros e sempre buscarmos a melhora contínua. Grande vitória e parabéns aos jogadores que compareceram e ajudaram a conquistar mais uma vitória em 2012.
 
Gols: Diego (3), Lucas, Danilo
 
[texto de Norbert Treis]




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

[PIFC 3 x 2 Barcelona] Parque (Bom Início na Pré-temporada) Igara

[Autor do texto: Norbert Treis]

Início de pré-temporada para o Parque Igara F.C. com dois jogos-treino programados. Ontem foi o primeiro deles contra a sempre forte e bem montada equipe do Barcelona de Canoas. O time do PIFC veio com um grande número de atletas, todos querendo mostrar serviço para a comissão técnica, a fim de ganhar seu espaço no time principal. Após a tradicional preleção contando com a presença do nosso Presidente Egidio, que ainda está afastado dos gramados pelo departamento médico, o time escalado pelo treinador Alfredo veio a campo com:

Edo, Pedrinho, Sarate, Sorondo e Jorge; D’Alexandre Ipatinga (e agora, Dátolo), Marcelinho, Rodrigo Dall’Agnol e Mantega; Fernandinho e João (Biro-Biro) Grando.

O jogo teve um começo bom para o PIFC que iniciou dominando os espaços no meio de campo com um bom toque de bola. Sem ser muito objetivo o time conseguia chegar facilmente ao ataque, mas sem levar perigo ao gol adversário. A defesa por vezes se apresentava um pouco desentrosada, mas sem sofrer nenhum perigo eminente ao gol do Edo. Após um ataque sem grandes pretensões a bola foi cruzada na área e o goleiro Edo não conseguiu segurar com firmeza sobrando na cabeça do atacante do Barcelona para fazer 1 a 0 e abrir o placar. A partir de o gol tomado o PIFC partiu para cima do Barcelona e conseguindo boas jogadas, que apesar de duas boas pifadas de Rodrigo (D’Alessandro, conforme o juiz) Dall’Agnol deu para o artilheiro de 2011, João (cabelo de mel) Grando, não conseguiu mostrar a mesma precisão nas conclusões do ano anterior mantendo o placar intocado. Percebendo a necessidade de uma atitude, Mantega após uma boa troca de passes com Lucas (The King) Biasuz, Rodrigo (Carente de elogios) Dall’Agnol e Marcelinho (Abstinência sexual) pelo meio de campo, acertou uma pancada do meio da rua que o goleiro adversário nem viu, assim deixando tudo igual no placar e levando o empate para o intervalo.

O time do segundo tempo voltou bastante modificado com: Edo, Caduna, Sarate, Toninho e Jorge; Lucas (Rei) Biasuz, Marcelinho, Bruno e Philippi; Diego e Henrique. A intenção era dar um pouco mais de velocidade no jogo aproveitando a cansaço do time adversário, mas o segundo tempo começou equilibrado sem grandes chances para os dois lados, até que numa falta na intermediária do PIFC, o jogador Jorge (Machão) Ismael levou o cartão vermelho por reclamação, o Barcelona levantou a bola na área e se aproveitando da indecisão da zaga Igarense o atacante entrou sozinho para marcar um bonito gol de cabeça e voltar a ficar na frente do placar. Daí por diante só deu PIFC e apareceu a nova contratação do PIFC para a temporada de 2012, Philippi (TI) Pereira, que entrou no intervalo do jogo no lugar de Dall’Agnol e vestiu a clássica camiseta número 11 do já eternizado Cau. Philippi ajudou o PIFC a sair com mais velocidade ao ataque, até que num lance seu individual arriscou de longe e o goleiro adversário bateu-roupa e o sempre oportunista, Diego (Whiskão) Fernandes, só completou para as redes mais uma vez empatando o jogo. Novamente em uma jogada iniciada no meio campo com Lucas (Miss Simpatia 2009/2010/2011) Biasuz numa bela saída de bola driblando o jogador adversário e fazendo um passe limpo para, de novo, Philippi usou toda a sua visão de jogo e encontrou Diego (Cachaça) Fernandes sozinho no ataque que demonstrou toda a explosão muscular necessária para dar três passos e chutar de bico/três dedos no canto do goleiro, assim colocando pela primeira vez na partida o PIFC na frente no placar. Após o gol o time do PIFC passou a jogar mais tranqüilo, sem sofrer grandes perigos a não ser por um chute de longa distância do meio-campista adversário que foi na trave, mas Edo estava acompanhando o chute de perto e poderia ter sido uma grande defesa.

Assim foi o primeiro jogo-treino do ano do Parque Igara F.C. que demonstrou fragilidade da marcação, assim sendo um grande ponto a se trabalhar ao longo do ano, mas em compensação demonstrou uma força de vontade, determinação táctica e união para conseguir o resultado positivo e começar o ano com o pé direito. Importante sempre ressaltar que nesse primeiro jogo o comprometimento táctico de todos foi importante, mesmo errando todos buscaram na medida do possível fazer o que era pedido pela comissão técnica, assim buscando o padrão táctico esperado para o ano de 2012.

Agora que venha o Remendão, um grande clássico, já tradicional entre amigos que ninguém quer perder jamais e de grande equilíbrio e prova disso foi o empate no ultimo confronto em 1 a 1.
 
(Texto de Norber Treis)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

[PIFC 4 x 3 Roma] Dança da Manivela, do Asa de Águia

Ou o melô do Pirulito (homenagem ao Rei), do grupo Cafuné; ou algum rock do Pixies; ou o concerto para violoncelo de Dvorak.

Ou alguma do Justin Bieber.
Enfim, é o que pediria de música pelos três gols marcados (humildemente deixo esta brincadeira).

Música, aliás, foi o que time fez no último gol, o da vitória: a bola foi orquestrada inicialmente por Luciano, que fez fila e lançou Ismael na esquerda; dali, o ala cruzou com perfeição para Fernandinho cabecear de olhos abertos, como Pelé ensinou na final da copa de 70, e deixar João na cara do gol, que tocou uma nota de R$ 100 (ou falou “olha ali o Steve Jobs E a Amy Winehouse juntos, ELES NÃO MORRERAM!) para o zagueiro e o goleiro que foram p/ um lado, a bola p/ outro e depois p/ o gol (da vitória, da dedicação, da volta do orgulho, do Parque Igara).

Mas nem tudo foi música. Ou se foi, foi uma ópera, com algumas partes dramáticas. Depois de dez ou quinze minutos iniciais em que pressionamos os adversário (a meia-lua/ drible da vaca do Pedra deu um enfarte no beque deles), o primeiro gol saiu de uma tabela assessorada pelo goleiro adversário: João passou para Bruno, Bruno chutou de canhota e no rebote João concluiu no canto. Logo após isso o time decaiu, perdeu a posse de bola, começou a cometer erros em todas as partes do campo. A conseqüência não podia ser mais clara, e o time adversário, apesar de algumas defesas miraculosas de Bruno, virou o placar. No segundo tempo, perdíamos por 3 a 1 quando a música virou novamente para o nosso lado: após boa troca de passes entre o meio campo, Toni lançou João, que esperou a bola quase parar e mandou de fora da área sem chances para (aquele) goleiro (ele, aliás, era dado a defesas difíceis – só de mim tirou um cabeceio e um chute no canto - e erros fáceis – quase levou um peruzaço clássico no primeiro tempo).

Após cruzamento de Caduna, o zagueiro adversário, sozinho, pôs a mão na bola, e, dentro da área É PÊNALTE: Lucas cobrou com realeza e empatou o placar.

Um informante da nossa assessoria de imprensa pediu para destacar uma certa dominada que vira, de um certo camisa 14, um tal de Norbert. Este informante, que coincidentemente também se chama Nobert, disse que foi a dominada mais espetacular já vista na história do futebol, falou-se em 70 metros, que da queda livre (e com efeito) a bola morreu grudada no pé. Testemunhas disseram que a altura era relativamente menor, mas não contrariaram o restante de descrição.

15/10/2011 - Scotta, 14h
Quórum: 17 atletas (65%)
 
Gols: João (3), Lucas
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terça-feira, 26 de julho de 2011

[PIFC 4 x 1 Sete de Setembro, Painera] Artilharia apostólica

4 a 4, 4 a 3 e 4 a 2; semana passada o equinócio de primavera (23 de Setembro), agora o Dia da Independência (7 de Setembro); pararemos num 4 a 1 contra um time chamado 21 de Agosto?
A metáfora é clara: estamos em evolução: reencontrando a qualidade intrínseca em nossos atletas e a nossa força como união, união de amigos, que supera a de apenas time.
Mais do que a garra de sempre, agora estamos pensando mais, caprichando mais nos lances, nas jogadas. Em suma, estamos jogando mais.

Enfrentando o lamaçal do Paineral (Paineira + Pantanal – boa essa, hein? Cunhada por mim e pelo Rei Lucas), afirmamos nossa invencibilidade que ultrapassa os 40 dias com gols dos apóstolos Lucas, Matheus e João. Mas os tentos não surgiram por vontade divida em agradecimento ao trabalho epistolar nos livros sagrados. Adveio sim do equilíbrio no time – a vitória foi uma extensão do nosso bem jogar.

Dominamos o primeiro tempo, mas mesmo assim a ótima equipe adversária saiu na frente.
Não muito depois, Rodrigo achou Marcelo, que, dando um passe muito parecido ao que recebera, achou João, que achou o gol. O meio campo com Toni, Rodrigo e Marcelo seguiu trocando bem passes. Num destes lances, Marcelo recebeu na entrada da área e mais uma vez tocou para João, que dominou para dentro já tirando o zagueiro e chutou rasteiro no canto, virando o placar.

No segundo tempo, apesar da pressão adversária neutralizada por bolas à rua, pelo miraculoso Edo e por alguma boa quantia de sorte, não tomamos gol. E de quebra fizemos mais: Mantheus explodiu em emoção particular ao mandar para as redes a bola que recebera de seu primo Rodrigo.

No início da partida conversávamos sobre rúgbi e futebol americano. O zagueiro (quarter back?) adversário ouviu e se deve ter se emocionado, pois derrubou Lucas na área como se tivesse de ganhar jardas. O bom juiz apitou com firmeza. Então Lucas mostrou para Elano e cia. como não deixar o goleiro aparecer na foto mesmo num gramado ruim.
Para não dizer que tudo são flores, só precisamos aprender a jogar em vantagem. Nestes dois últimos jogos estivemos na frente, mas passamos por muita pressão. Devemos segurar mais a posse de bola, especialmente do meio para frente (o desconto fica por parte do campo, que nestas duas ocasiões dificultava a troca de passes). Mas certamente é um problema bem melhor do que tentar não ser goleado.

Gols: João (2), Matheus, Lucas
Quórum: 15 (58%)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

[PIFC 4 x 3 23 de Setembro] Um mês de invencibilidade

O Parque é como o Ayrton Senna: é o melhor, mas na chuva a diferença se acentua.
Mais uma vitória, fechando um mês glorioso de invencibilidade. Matamos o jogo por duas vezes (3 a 1 e 4 a 2) e poderíamos ter matado ainda mais, tanto que o final foi apertado.

No primeiro tempo, apesar do lamaçal do campo do Benfica, tiramos da cartola algumas excelentes jogadas e poderíamos tranquilamente ter goleado.
João estava tentando conduzir a bola como de praxe, mas o campo pesado dificultava. Estava sempre dando errado, mas pelo menos catou um escanteio. E escanteio para o Toni não é bola na área, é oportunidade de passe. E foi isso que ele fez: deu uma assistência na cabeça do soberano Lucas Biazus, que preferiu usar o olho e a orelha para voltar para o hall onde sempre esteve presente dos artilheiros do time: 1 a 0.
Poucos depois os adversários empataram. O Parque continuava atacando em bloco, e numa cobrança de falta o goleiro adversário rebateu a bomba de Rodrigo e Marcelo guardou mais um: 2 a 1.

Já na metade final, Diego (que deve ter habitado os pesadelos dos adversários de tanto que os incomodou) fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para João que só precisou pular e encostar a bola para o gol: 3 x 1.
O jogo parecia estar acabado, mas a equipe 23 de Setembro encostou novamente: 3 a 2.
Aí que num lance que sintetizou todas as boas qualidades que uma camisa 10 deve vestir, Rodrigo driblou, dividiu, conduziu e deu um passe milimétrico para João que teve calma e categoria para se livrar do zagueiro lavador de jogador cortando para dentro e chutando no canto do goleiro: 4 a 2.
Pela segunda vez o jogo parecia estar morto. E era exatamente o que passava no consciente coletivo da nossa equipe: o lado bom disso foi que passamos a valorizar a posse de bola; o ruim, que deixamos de matar a partida que já parecia morta. E ninguém avisou ao o time do 23 de Setembro que havia acabado o jogo e os caras fizeram mais um.
A partir daí tivemos mais uma oportunidade de mostrar nossa categoria num grande diferencial da várzea: dar dedo para frente. E foram vários. Como se não bastasse, Edo fez alguns milagres de praxe, Egídio pediu o fim do jogo aos 28 minutos, Rato nos deu algumas emoções extras e o Norbert quase teve um AVC e quase fez o time perder os tímpanos (guerreiro medieval!). Tudo colaborou para seguramos os perigos finais e consagrarmos a merecida vitória.

O “plus a mais” é a análise feita pelo Rodrigo (o Xândi fez uma impagável esses dias também no jogo contra o Arsenal).
Ei-la:

Edo Muslera, sempre firme, transmitindo segurança para o restante do time.
Caduna Alves, apoiou muito bem durante varias situações no jogo e acabou prejudicado pela atitude anti-desportiva do adversário.
Fernandinho Sorín, participou bastante do primeiro tempo com ótimos lançamentos ao João e ao Diego, acabou prejudicado também por aquele lado que tava virado em lama, consequentemente cansando mais que os outros.
Egidio Beckenbauer, deu um pique memorável na lateral esquerda para cobrir o Fernandinho, ganhou do cara na corrida, acho que naquele pique tinha no mínimo uns 35 anos de diferença.
Norbert Lugano, sempre seguro na zaga, ganhou praticamente todas as disputas e jogou sério.
BiaLúcio, devido a pouca quantidade de atletas teve que voltar a sua posição de origem e teve uma atuação excelente, além de marcar um gol de cabeça (de nariz e olho).
Toninho Pirlo, soberano, como sempre com muita raça e qualidade, no primeiro tempo participou bastante das jogadas de ataque e no segundo tempo ficando mais para ajudar na marcação. Reponsável pelo cruzamento perfeito no primeiro tempo na cabeça do Bia.
Marcelinho da Guia, tem o espírito do Guinazu e por ter esta vontade acabou por correr o campo todo e tomando uma mijada do Norbert, teve cabeça pra receber as críticas e melhorar para o segundo tempo, com grande atuação. Fez um gol de rebote da falta que bati no primeiro tempo.
Rodrigo Carvalho, gordinho, lento e com dor na perta, mas com lapsos da antiguidade e boa participação na meia cancha.
João Kléber Gladiador, os zagueiros tentam e não conseguem derrubar ele, participou ativamente do jogo todo, teve dificuldades no primeiro tempo por tentar conduzir a bola, mas no segundo tempo corrigiu o posicionamento e a forma de jogar, marcou 2 gols e saiu ovacionado pela torcida.
Diego Luis Suárez, nitidamente mais magro também teve uma participação muito ativa durante o jogo, não marcou gols mas participou diretamente de todas as ofensivas do time e atormentou a zaga do adversário junto ao seu colega gladiador.
Luciano Rochemback, mostrou toda sua qualidade de trabalhador no meio do campo ajudando muito o time durante todo o tempo que ficou em campo, fechando a marcação e ajudando nos contra-ataques, pecou em alguns momentos nos passes e levou uma leve mijada do Norberto hehehe, tem que dar um desconto por causa do gramado e porque ele ainda está em fase de re-adaptação.
Rato, sem comentários sobre o jogo, entrou sem vontade e tomou uma baita mijada ao final do jogo, perguntou se poderia entrar na vaga do Cau, de volta ao time, está em fase de avaliação e sem dúvida somou pontos negativos para esta avaliação, se não mudar de postura certamente não será aceito na votação da diretoria.

Gols: Lucas, Marcelo, João (2)
Quórum: 12 atletas (46% do elenco), mais o Rato de convidado
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segunda-feira, 4 de abril de 2011

[PIFC 3 x 1 Time do Ivo] Começou 2011

O Parque Igara é como a programação nova da Globo, só estréia em abril. Após os dois jogos-treino de março (um que perdemos por 1 a 6 para o Phoenix, e outro que perdemos por 1 a 5 para o Real Madrid (s/ Kaká e C. Ronaldo)), o PIFC reencontra a vitória e convence além de vencer.



Fechamos bem o meio-campo, que trocou bem os passes sabendo manter a posse nalguns momentos e aproveitando a defesa em linha do adversário com velocidade noutros; falando em defesa, quanto à nossa, ela bloqueou um adversário de jogadores jovens e qualificados; finalmente o ataque, além de cumprir sua parte, poderia ter deixado o placar ainda mais elástico.



Após um gol de Biazus mal anulado, o primeiro tempo acabou zerado, mas com certa vantagem do nosso time, que pressionou mais e teve mais volume de jogo. A história se repetiu na segundo etapa, porém o Parque efetivou em números: após uma bela troca de passes no meio campo, Thiago lançou com precisão Bruno que tocou na saída do goleiro. O segundo gol saiu novamente dos pés de Thiago, que alçou a bola do escanteio para João desviar p/ o gol: 2 a 1 (o Time do Ivo marcara numa cobrança de falta num dos poucos chutes a gol que teve). No final, Antônio desprezou a gritaria (“Calma! Calma!”) à sua volta para deixar Henrique livre na cara do gol com uma enfiada perfeita: 3 a 1. Querem saber? Saiu barato. Feliz ano novo!



Gols: Bruno, Henrique e João.

Presentes: 17 (68% do elenco)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Chave de ouro



Orquestrando empenho, disciplina tática e talento, e reduzindo a zero a corneta nociva, o Parque Igara fez da sua última talvez a melhor partida da temporada. Defesa irrepreensível, ataque criativo, união exemplar. Que sirva de exemplo para o próximo ano o desfecho deste. Com todo respeito aos nossos brothers do Remendão, a nossa equipe atropelou seu grande adversário, criando chances que poderiam ter transformado o resultado numa goleada maior ainda; o adversário entanto teve poucas chances efetivas.

Bruno após pegar a bola na intermediária calmamente viu (e foi avisado por todos) Henrique despontando na direita, rolou para ele que chutou no canto: 1 a 0. Rodrigo, com seu talento sublinhado pelo Power Balance, fez fila no meio campo e teve fôlego e força para chegar chutando forte, forçando o goleiro a fazer grande defesa. No escanteio novamente bola para o gol e seguindo a pressão do Parque. Até que numa troca de passes envolvente, Rodrigo chutou cruzado e no rebote Henrique marcou o segundo (e centésimo do Parque, o que nos deixa com a espetacular média de quase 3 gols por partida - os sofridos não vem ao caso). Em seguida, um gol do nosso destaque do ano Marcelinho (sobrando futebol e fôlego) foi anulado pelo juiz (o que permitiu a ele exibir mais um de seus talentos: xingar o homem de preto). No final do primeiro tempo Diego ainda recebeu a bola e num toque somente tirou seu marcador e parou de frente para o gol – mesmo que todos pedissem para chutar, ele conduziu, conseguiu passar pelo zagueiro e por muito pouco não marcou um golaço ao estilo Romário. Enquanto isso o Remendão NADA (com todo respeito aos nossos brothers).

No início do segundo tempo, João, que voltou de lesão há pouco tempo, recebeu a cobrança de lateral, passou pelo zagueiro, cruzou, a bola rebateu confusa na área, voltou para a ponta esquerda, parecia que saíra, mas não, e então João, na segunda chance, driblou novamente o mesmo beque, driblou outro zagueiro na área abrindo para chutar cruzado (sei que eu escrevo isso, a modéstia poderia me impedir, mas serei obrigado a dizer): GOLAÇO. Tentou tirar a camisa, mas não deu tempo – a comemoração unida chegou antes. Ainda houve mais chances do nosso ataque, Ismael fez grande jogada percorrendo todo o lado esquerdo e chutando perigosamente, Toni rachando tudo, Danilo recuperou uma bola lateral que mesmo os homens mais magros e rápidos do planeta talvez não conseguissem por não terem a raça necessária. E o Remendão? Nada.

Já no final, o adversário marcou um gol. Mas, com todo respeito aos nossos brothers, acho que eles fariam o segundo só na quinta-feira que vem, de repente na terça, de tão maciça a nossa defesa. Porém o placar de 3 a 1 não era o espelho ideal do jogo. E Toni devia estar com isso na cabeça quando a bola voltava de um escanteio, começa a se desenhar um contra ataque azul e amarelo e ele, nem aí para nada disso, mandou a pelota lá no ângulo, há uns 30 metros do gol, por cima de todo mundo.

O nó tático foi baseado num losango no meio-campo, que fechava a zaga com um volante central. Oito jogadores correndo num bloco defensivo desde a intermediária adversária. Tocamos bem a bola, tivemos calma. Grande partida, digna da confraternização regada a muito água e unindo os dois times fora de campo (afinal, são grandes adversários, mas é tudo brincadeira, fora de campo todos são amigos). E, a propósito, alguém anotou a placa?

atletas

GOLEIROS
1 Edo // Bruno Castro

ZAGUEIROS
3 Egídio // 6 Danilo // 14 Norbert // 29 Márcio // 43 Dênis // Thiago P.

ALAS
2 Sílvio // 4 Alfredo // 5 Caduna // 13 Sorriso // 15 Ismael // 17 Fernando // 25 Pedrinho

VOLANTES
8 Leandro // 18 Luciano // 21 Toni // 26 Lucas // 84 Alexandre // 90 Marcelo // Balinha // Ricardo

MEIAS
10 Rodrigo // 11 Cau // 12 Thiago M. // 16 Bruno L. // 30 Philippi // 88 Matheus

ATACANTES
7 João // 9 Henrique // 81 Diego

campo do Rio Grande

campo do Rio Grande

foto

Em pé: Luciano, Norbert, Rafael, Mantega, Cau, Toni, Danilo, Sílvio, Alfredo, Marcelinho, Sorriso e Ismael; Agachados: Egídio, Ricardo, João, Bruno, D'Alexandre, Lucas, Diego, Thiago, Henrique, Caduna e Rodrigo. Faltaram: L. Antpack, Fernando, Dênis e Edo.