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quinta-feira, 16 de maio de 2013

[PIFC 2 x 1 Remendão] 100% na Sogal

Até o último sábado, jogáramos com o Remendão somente no campo deles, o Frigosul, e mesmo assim já vencemos lá, até de goleada, no histórico 4 x 1. Mas na nossa casa é diferente, na nossa casa dá sempre PIFC – ao menos até agora. Começamos perdendo o jogo após uma falha individual ridícula – mas sem citar nomes – brincadeira, gente, falhas acontecem, e inda mais que veio de um lateral, e os nossos laterais, ou melhor, alas, têm dado show este ano, apoiando, defendendo, ajudando o time nas duas pontas. Mas o fato de ter saído o gol adversário de um lance isolado é até um bom sinal, pois no geral estrategicamente não demos espaço para eles, tanto que foram poucos os chutes a gol azuis e amarelos.

Com a virada do tempo veio a virada do jogo: já no primeiro minuto numa jogada bem tramada, Thiago cruzou para a área e encontrou Phillippi, que não perdoou. Pouco depois, João sofreu falta na esquerda, e Thiago Molho mandou uma folha seca que até o Raul pensou que ia para fora, mas caiu no ângulo: golaço! Virada! Vitória! 

 À base do sotaque carioca, teve muita falação, mas o nosso líder Norbert conseguiu ser mais chato que os caras e desestabilizou um nervoso e acuado time do Remendão. Foram várias as chances: ainda no primeiro tempo, Diego quase guardou mais um golaço, beijando a trave (bá, o cara só com os termos sensuais), no segundo foram outras tantas chances, Mantega deu um chute como ele, forte e venenoso (ui), João fez o passinho do volante na área adversária, envolvendo quatro defensores numa coreografia que parecia o ação Verão de Imbé, mas depois de muitos dribles a zaga conseguiu tirar – outro golaço, além dos do Mantega e Diego, que quase saiu. 

 O Parque segue 100% contra o Remendão em casa e cada vez mais forte para chegar em solo europeu.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Chave de ouro



Orquestrando empenho, disciplina tática e talento, e reduzindo a zero a corneta nociva, o Parque Igara fez da sua última talvez a melhor partida da temporada. Defesa irrepreensível, ataque criativo, união exemplar. Que sirva de exemplo para o próximo ano o desfecho deste. Com todo respeito aos nossos brothers do Remendão, a nossa equipe atropelou seu grande adversário, criando chances que poderiam ter transformado o resultado numa goleada maior ainda; o adversário entanto teve poucas chances efetivas.

Bruno após pegar a bola na intermediária calmamente viu (e foi avisado por todos) Henrique despontando na direita, rolou para ele que chutou no canto: 1 a 0. Rodrigo, com seu talento sublinhado pelo Power Balance, fez fila no meio campo e teve fôlego e força para chegar chutando forte, forçando o goleiro a fazer grande defesa. No escanteio novamente bola para o gol e seguindo a pressão do Parque. Até que numa troca de passes envolvente, Rodrigo chutou cruzado e no rebote Henrique marcou o segundo (e centésimo do Parque, o que nos deixa com a espetacular média de quase 3 gols por partida - os sofridos não vem ao caso). Em seguida, um gol do nosso destaque do ano Marcelinho (sobrando futebol e fôlego) foi anulado pelo juiz (o que permitiu a ele exibir mais um de seus talentos: xingar o homem de preto). No final do primeiro tempo Diego ainda recebeu a bola e num toque somente tirou seu marcador e parou de frente para o gol – mesmo que todos pedissem para chutar, ele conduziu, conseguiu passar pelo zagueiro e por muito pouco não marcou um golaço ao estilo Romário. Enquanto isso o Remendão NADA (com todo respeito aos nossos brothers).

No início do segundo tempo, João, que voltou de lesão há pouco tempo, recebeu a cobrança de lateral, passou pelo zagueiro, cruzou, a bola rebateu confusa na área, voltou para a ponta esquerda, parecia que saíra, mas não, e então João, na segunda chance, driblou novamente o mesmo beque, driblou outro zagueiro na área abrindo para chutar cruzado (sei que eu escrevo isso, a modéstia poderia me impedir, mas serei obrigado a dizer): GOLAÇO. Tentou tirar a camisa, mas não deu tempo – a comemoração unida chegou antes. Ainda houve mais chances do nosso ataque, Ismael fez grande jogada percorrendo todo o lado esquerdo e chutando perigosamente, Toni rachando tudo, Danilo recuperou uma bola lateral que mesmo os homens mais magros e rápidos do planeta talvez não conseguissem por não terem a raça necessária. E o Remendão? Nada.

Já no final, o adversário marcou um gol. Mas, com todo respeito aos nossos brothers, acho que eles fariam o segundo só na quinta-feira que vem, de repente na terça, de tão maciça a nossa defesa. Porém o placar de 3 a 1 não era o espelho ideal do jogo. E Toni devia estar com isso na cabeça quando a bola voltava de um escanteio, começa a se desenhar um contra ataque azul e amarelo e ele, nem aí para nada disso, mandou a pelota lá no ângulo, há uns 30 metros do gol, por cima de todo mundo.

O nó tático foi baseado num losango no meio-campo, que fechava a zaga com um volante central. Oito jogadores correndo num bloco defensivo desde a intermediária adversária. Tocamos bem a bola, tivemos calma. Grande partida, digna da confraternização regada a muito água e unindo os dois times fora de campo (afinal, são grandes adversários, mas é tudo brincadeira, fora de campo todos são amigos). E, a propósito, alguém anotou a placa?

sexta-feira, 23 de abril de 2010

[PIFC 1 x 2 Remendão] Pensar além do resultado

O comentário geral foi de que o time se comportou muito bem em campo, especialmente na marcação. De fato jogamos bem, merecemos a vitória (ou pelo menos não merecemos a derrota) e saímos satisfeitos com a atuação apesar do resultado – se pensarmos na continuidade, o desempenho pode valer mais do que o placar. Até porque clássico é clássico, e podemos chorar um pouquinho a má atuação do árbitro, que após um bom primeiro tempo esculhambou o segundo, deixando de marcar um pênalti claro sofrido por Diego, além de faltas mal marcadas. Além disso tudo, novamente tivemos um número reduzido de atletas, o que contrasta com o banco de reservas farto do Remendão.
Sofremos um gol de falta na segunda etapa. O gol do Parque foi marcado por Rodrigo que enviou de presente para o goleiro um pombo sem asa do meio da rua: golaço que empatou o jogo. O desempate (duvidoso, possível impedimento – embora isso seja mais complicado de discutir e conseguintemente exigir) saiu somente no final, justamente quando pressionávamos o adversário.

atletas

GOLEIROS
1 Edo // Bruno Castro

ZAGUEIROS
3 Egídio // 6 Danilo // 14 Norbert // 29 Márcio // 43 Dênis // Thiago P.

ALAS
2 Sílvio // 4 Alfredo // 5 Caduna // 13 Sorriso // 15 Ismael // 17 Fernando // 25 Pedrinho

VOLANTES
8 Leandro // 18 Luciano // 21 Toni // 26 Lucas // 84 Alexandre // 90 Marcelo // Balinha // Ricardo

MEIAS
10 Rodrigo // 11 Cau // 12 Thiago M. // 16 Bruno L. // 30 Philippi // 88 Matheus

ATACANTES
7 João // 9 Henrique // 81 Diego

campo do Rio Grande

campo do Rio Grande

foto

Em pé: Luciano, Norbert, Rafael, Mantega, Cau, Toni, Danilo, Sílvio, Alfredo, Marcelinho, Sorriso e Ismael; Agachados: Egídio, Ricardo, João, Bruno, D'Alexandre, Lucas, Diego, Thiago, Henrique, Caduna e Rodrigo. Faltaram: L. Antpack, Fernando, Dênis e Edo.